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Taxa mínima da conta de luz da Energisa SE (2026) — quanto é e por que você paga mesmo sem consumir

Atualizado em 24/07/2026 · Fonte: RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 3.575, DE 22 DE ABRIL DE 2026

Valores da taxa mínima

Monofásico · sem tributos · SE

R$ 22,64

30 kWh × 0,75461 R$/kWh (TE 0,27181 + TUSD 0,48280)

PadrãokWh mínimosSem tributos
Monofásico30R$ 22,64
Bifásico50R$ 37,73
Trifásico100R$ 75,46

Não publicamos valor com tributos para SE: a alíquota de ICMS sobre energia neste estado tem fonte insuficiente ou conflitante na nossa base. A fatura virá maior por ICMS, PIS e COFINS — confira as alíquotas impressas na conta ou use o auditor de conta no modo preciso.

O que muda na Energisa SE

A taxa mínima monofásica da Energisa SE (R$ 22,64) fica 5,3% abaixo da mediana das 51 distribuidoras (R$ 23,89) — 35ª posição no ranking (1 = mais cara).

Tarifa homologada vigente de 22/04/2026 a 21/04/2027. Ato: REH 3575/2026 (RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 3.575, DE 22 DE ABRIL DE 2026).

ICMS em SE: 19% + 1% FECOEP; incidência do FECOEP sobre energia a confirmar.

A Energisa SE atende SE com tarifa B1 residencial convencional de 0,75461 R$/kWh (sem tributos). Esse é o multiplicador regulatório — a conta que chega na sua mão inclui impostos e, quando couber, iluminação pública.

Perguntas frequentes

Quanto é a taxa mínima da Energisa SE?

Monofásico: R$ 22,64 sem tributos (30 kWh × 0,75461 R$/kWh, TE+TUSD homologados). Bifásico: R$ 37,73. Trifásico: R$ 75,46. Fonte: RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 3.575, DE 22 DE ABRIL DE 2026, vigência 22/04/2026 a 21/04/2027.

Por que pago mesmo sem consumir?

Pela REN 1.000/2021 (arts. 290–291), o faturamento do grupo B em baixa tensão usa o maior valor entre o consumo medido e o custo de disponibilidade — energia mínima pelo padrão de ligação (30, 50 ou 100 kWh) multiplicada pela tarifa homologada. É o preço de manter o poste, medidor e rede disponíveis.

Quem tem energia solar paga taxa mínima?

Sim. Mesmo com geração distribuída, o piso de disponibilidade continua faturável e não é compensável pelo SCEE. Em 2026, quem injeta energia ainda paga o mínimo de 30, 50 ou 100 kWh (conforme a ligação) mais Fio B sobre a energia compensada (Lei 14.300/2022, art. 27).

Fontes