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Taxa mínima da conta de luz da Copel-DIS (2026) — quanto é e por que você paga mesmo sem consumir

Atualizado em 24/07/2026 · Fonte: RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 3.592, DE 23 DE JUNHO DE 2026

Valores da taxa mínima

Monofásico · sem tributos · PR

R$ 23,04

30 kWh × 0,76802 R$/kWh (TE 0,31085 + TUSD 0,45717)

PadrãokWh mínimosSem tributosCom ICMS
Monofásico30R$ 23,04R$ 28,62(19.5%)
Bifásico50R$ 38,40R$ 47,70(19.5%)
Trifásico100R$ 76,80R$ 95,41(19.5%)

Coluna “Com ICMS”: gross-up por alíquota estadual sobre energia elétrica residencial (PR), conforme tabela compilada do auditor de conta. PIS e COFINS incidem adicionalmente na fatura (alíquota varia por mês e distribuidora — não publicamos estimativa). Iluminação pública e bandeira tarifária ficam fora.

O que muda na Copel-DIS

A taxa mínima monofásica da Copel-DIS (R$ 23,04) fica 3,6% abaixo da mediana das 51 distribuidoras (R$ 23,89) — 33ª posição no ranking (1 = mais cara).

Tarifa homologada vigente de 24/06/2026 a 23/06/2027. Ato: REH 3592/2026 (RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 3.592, DE 23 DE JUNHO DE 2026).

A Copel-DIS atende PR com tarifa B1 residencial convencional de 0,76802 R$/kWh (sem tributos). Esse é o multiplicador regulatório — a conta que chega na sua mão inclui impostos e, quando couber, iluminação pública.

Perguntas frequentes

Quanto é a taxa mínima da Copel-DIS?

Monofásico: R$ 23,04 sem tributos (30 kWh × 0,76802 R$/kWh, TE+TUSD homologados). Bifásico: R$ 38,40. Trifásico: R$ 76,80. Fonte: RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 3.592, DE 23 DE JUNHO DE 2026, vigência 24/06/2026 a 23/06/2027.

Por que pago mesmo sem consumir?

Pela REN 1.000/2021 (arts. 290–291), o faturamento do grupo B em baixa tensão usa o maior valor entre o consumo medido e o custo de disponibilidade — energia mínima pelo padrão de ligação (30, 50 ou 100 kWh) multiplicada pela tarifa homologada. É o preço de manter o poste, medidor e rede disponíveis.

Quem tem energia solar paga taxa mínima?

Sim. Mesmo com geração distribuída, o piso de disponibilidade continua faturável e não é compensável pelo SCEE. Em 2026, quem injeta energia ainda paga o mínimo de 30, 50 ou 100 kWh (conforme a ligação) mais Fio B sobre a energia compensada (Lei 14.300/2022, art. 27).

Fontes