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Taxa mínima da conta de luz da CEA Equatorial (2026) — quanto é e por que você paga mesmo sem consumir

Atualizado em 24/07/2026 · Fonte: RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 3.572, DE 7 DE ABRIL DE 2026

Valores da taxa mínima

Monofásico · sem tributos · AP

R$ 24,75

30 kWh × 0,82515 R$/kWh (TE 0,04105 + TUSD 0,78410)

PadrãokWh mínimosSem tributosCom ICMS
Monofásico30R$ 24,75R$ 30,19(18.0%)
Bifásico50R$ 41,26R$ 50,31(18.0%)
Trifásico100R$ 82,52R$ 100,63(18.0%)

Coluna “Com ICMS”: gross-up por alíquota estadual sobre energia elétrica residencial (AP), conforme tabela compilada do auditor de conta. PIS e COFINS incidem adicionalmente na fatura (alíquota varia por mês e distribuidora — não publicamos estimativa). Iluminação pública e bandeira tarifária ficam fora.

O que muda na CEA Equatorial

A taxa mínima monofásica da CEA Equatorial (R$ 24,75) fica 3,6% acima da mediana das 51 distribuidoras (R$ 23,89) — 20ª posição no ranking (1 = mais cara).

Tarifa homologada vigente de 13/12/2025 a 12/12/2026. Ato: REH 3572/2026 (RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 3.572, DE 7 DE ABRIL DE 2026).

A CEA Equatorial atende AP com tarifa B1 residencial convencional de 0,82515 R$/kWh (sem tributos). Esse é o multiplicador regulatório — a conta que chega na sua mão inclui impostos e, quando couber, iluminação pública.

Perguntas frequentes

Quanto é a taxa mínima da CEA Equatorial?

Monofásico: R$ 24,75 sem tributos (30 kWh × 0,82515 R$/kWh, TE+TUSD homologados). Bifásico: R$ 41,26. Trifásico: R$ 82,52. Fonte: RESOLUÇÃO HOMOLOGATÓRIA Nº 3.572, DE 7 DE ABRIL DE 2026, vigência 13/12/2025 a 12/12/2026.

Por que pago mesmo sem consumir?

Pela REN 1.000/2021 (arts. 290–291), o faturamento do grupo B em baixa tensão usa o maior valor entre o consumo medido e o custo de disponibilidade — energia mínima pelo padrão de ligação (30, 50 ou 100 kWh) multiplicada pela tarifa homologada. É o preço de manter o poste, medidor e rede disponíveis.

Quem tem energia solar paga taxa mínima?

Sim. Mesmo com geração distribuída, o piso de disponibilidade continua faturável e não é compensável pelo SCEE. Em 2026, quem injeta energia ainda paga o mínimo de 30, 50 ou 100 kWh (conforme a ligação) mais Fio B sobre a energia compensada (Lei 14.300/2022, art. 27).

Fontes